Arquivo de Janeiro, 2008

O Governo é acéfalo.

Então não é que os senhores lá de Lisboa, em vez de baixarem o preço do pão, do leite, da carne, do peixe para o pessoal poder comer sem ter que retirar verbas de outros bens essenciais como o dos bilhetes para o futebol, lembraram-se de reduzir o IVA pago pelos ginásios de 21 para 5 % com a desculpa que era para incentivar as pessoas a fazer exercício.

Estava mais que visto que no dia em que isso acontecesse eles iam era aproveitar para meter mais 16% do dinheiro pago ao bolso. Na prática foi aconteceu com o ginásio onde ainda dou umas pedaladas (Powerbike) para não ficar quadrado devido ao stress (que mespinning.jpg leva a comer desmesuradamente) e um pouco por todo o lado. Cá pela terrinha aproveitaram uma bela duma concertação e os vários ginásios que cá existem, em vez de baixarem os preços, meteram tudo na algibeira com a desculpa de que decidiram não aumentar as mensalidades. Valha-nos a bondade dos senhores administradores que nos pouparam a um aumento de 16% e assim pagamos o mesmo. Isto tinha um nome… Ah,… ladroagem.

E estes inteligentes em vez de baixarem o preço das bicicletas, das jangadas para a canoagem, de mandarem fazer mais espaços verdes com pistas de manutenção, vêm meter $$$ ao bolso de quem já não sabe o que fazer ao dinheiro.

Haja paciência.

Cumps

Actualização: Não há nada como serem ameaçados de fiscalização e com sanções que história muda logo. Com muito esforço que justificou um edital de muitas razões para não ser maior, lá reduziram o preço em quase 5% (cinco porcento). Apesar de continuar a achar que é ladroagem, é melhor que um kick nas partes baixas (mas não muito se for bem dado e na pessoa certa). E já vai dar para comer uma bifana a mais que no mês anterior.

Sinais luminosos…

Posted: 17/01/2008 in Geral

Após mais um stress na estrada, decidi dedicar este texto às “senhoras” que conduzem nessas estradas de Portugal. Algumas dessas senhoras, refira-se, são daquelas com barba na “benta” e do sexo masculino (sim, porque referir a barba na “benta”, nalguns casos não chegava para definir os limites da abrangência).

Assim, a já antiga técnica de dar luzes às coisas, ajudou em muito o que a seguir se descortina, não podendo as “senhoras” julgar que os sinais de luzes dos automóveis têm o mesmo significado das ainda memorizáveis luzes de Natal.

Situação 1 – Fazer 1 sinal curto de máximos ao condutor que vem/está de frente → “Tradução” – passa anormal

Situação 2 – Fazer 2 sinais curtos de máximos ao condutor que vem/está de frente → “Tradução” – Das 2 uma: passa anormal (baixa velocidade ou parado) ou cuidado, a moina está aí à frente a tirar-te as medidas à chapa de matrícula (em forte andamento)

Situação 3 – Fazer muitos sinais curtos de máximos ou 1 muito prolongado, ao condutor que vem/está de frente → “Tradução” – sai da frente vaca/cabrão ou levas semelhante pancada que a marca do carro fica onde tens a testa

Situação 4 – Sinais intermitentes (vulgo “piscas”) ligados ao mesmo tempo que os de travagem (a alta velocidade) → “Tradução” – é melhor também travares a fundo antes que seja necessário preencher os teus dados na declaração amigável

Situação 5 – Luzes de travagem constantemente ligadas (principalmente em alta velocidade)→ “Tradução” – cuidado, tenho 86 anos e tirei a carta aos 85 ou cuidado, tenho 19 anos e tenho que manter sempre uma distância entre 15 e 25 cm’s ao carro da frente

Existirão outras situações que não estão aqui previstas mas esta já ajudarão muita gente que por aí anda, e sobretudo não interpretar a situação 3 como sendo a 1 porque normalmente gera algumas desavenças (ou dedos no ar).

Cumprimentos